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Como fazer iogurte de coco

Fazer iogurte em casa foi uma das minhas últimas aventuras na cozinha final do ano passado. Depois de alguns testes consegui obter uma versão vegana incrível de iogurte de coco, para ninguém botar defeito. Fica super cremoso, leve e azedinho, sem contar que é rico em bactérias que auxiliam a flora intestinal. Bem saudável mesmo, uma ótima opção para o café da manhã ou lanchinho da tarde. Acompanhado de granola caseira então nem se fala, melhor ainda!

Muffins de pitanga

Não é difícil encontrar pitangueiras espalhadas em quintais e pomares do Nordeste ao Rio Grande do Sul. Aqui em São Paulo já vi várias brotando em calçadas e ruas movimentadas. Na primavera e no verão seus galhos se enchem de pequenas bagas vermelhas em tons que variam de acordo com a maturação. Quanto mais vermelha, mais madura.

Como fazer manteiga de coco

Encontrar manteigas vegetais em lojas de produtos naturais ou em supermercados não é uma tarefa fácil, e quando se tem a sorte de encontrar o preço não é nada convidativo. Por este motivo faço a minha em casa, pode parecer impossível ou difícil fazer, mas não é nada disso. Basta ter um processador de alimentos, ou um liquidificador, e um pouquinho de tempo e paciência que logo logo você terá uma manteiga fresca, natural e muito saborosa.

Mexido de tempeh

É bem provável que você esteja se perguntando que diabos é esse tal de tempeh? Pois bem, eu também não conhecia até esses dias atrás, quando conheci melhor a Mun Artesanal na feira de produtos naturais, a NaturalTech, aqui em São Paulo. O tempeh tradicional nada mais é que um bloco feito de grãos de soja fermentados com fungos do gênero Rhizopus. É uma excelente fonte de proteínas de origem vegetal. Sendo vendido congelado na seção refrigerada de bons supermercados, empórios, lojas de produtos naturais e pela internet.

Coxinha de palmito (sem glúten)

Do tradicional boteco de esquina ao restaurante classudo de comida contemporânea da moda, a coxinha é sem dúvida um dos salgados mais populares do Brasil. De origem paulista, conquistou todos os cantos do país em pouco tempo. A receita tradicional leva farinha de trigo branca na massa e frango no recheio, depois é frita por imersão em óleo quente. Com o passar do tempo surgiram novos recheios, ingredientes e formas de preparo. Por aqui não é muito diferente, a receita que fiz é completamente alternativa. É vegana, sem glúten e assada. Uma versão bem mais saudável e leve que a tradicional.

Cracker salgado (sem glúten e integral)

Lanchinhos leves e saudáveis entre as principais refeições são muito bem-vindos, ainda na correria da semana, não é? Faço com frequência cookies de aveia com alfarroba, trufas de tâmaras, barras de cereal e granola para comer durante o dia no trabalho. Como sempre levo um snack doce, decidi variar e fazer algo salgado pela primeira vez, mas sem deixar de lado a praticidade. E foi assim que nasceu a ideia de fazer os crackers, ou biscoito salgado, como você preferir.

Bolo de fubá

Tem algumas receitas que são sinônimo de conforto e boas lembranças. São aquelas comidas simples, saborosas e caseiras que nos fazem lembrar de bons tempos e de pessoas queridas. Pra mim o bolo de fubá, além de gostoso, é carregado de memórias afetivas deliciosas, em especial da minha avó materna que sempre servia esse bolo no café da tarde quando eu visitava na infância. Sem dúvida é meu bolo preferido. Com o passar do tempo alguns ingredientes simples e tradicionais de receitas clássicas da culinária brasileira, como o fubá, foram sendo modificados pela indústria alimentar que só visa maior produtividade e lucro. O milho, assim como a soja, foi um dos alimentos que sofreu alteração genética. Basta olhar nas gôndolas dos supermercados que você verá o símbolo de transgênico em quase todas as embalagens de produtos que contém algum derivado do milho ou da soja.

Muffins de amêndoas com tangerina

Entre os meses de maio e agosto é comum encontrar em feirinhas e supermercados a tangerina. Fruta de aroma inconfundível e irresistível (né não!?) que encanta a maioria dos paladares. Seu sabor, em geral doce e refrescante, cai muito bem em receitas doces. Há certa confusão sobre sua nomenclatura, você já deve ter visto ou ouvido falar que essa frutinha recebe outros nomes de acordo com a região do Brasil. Como bergamota, mexerica ou ponkan (poncã). Eu nunca entendia isso, não sei se eram diferentes mesmo ou só o nome mudava.

Waffles (sem glúten)

Alguns dias atrás publiquei aqui no blog uma receita simples de mistura de farinha sem glúten, para aqueles, que por questões de saúde não podem consumir essa proteína. Ou para quem, assim como eu, gosta de variar a alimentação e experimentar novos ingredientes. Meu primeiro teste com essa mistura caseira foi de waffles com iogurte na massa. O resultado foi surpreendente, eles ficaram com uma textura muito boa. Crocante por fora, e macio e úmido por dentro, maravilhoso! Eu jurava que iria dar errado, tanto até que chamava aquilo de teste, mas não, ficaram bons de primeira.